"O apetite do ser humano não se contenta dentro de nenhum limite; deseja sempre ultrapassar o ponto em que se encontra" (Giovanni Boccaccio)
"A maior loucura que um homem pode fazer nesta vida é deixar-se morrer" (Miguel de Cervantes)
"Quando alguém olha para o meu livro, tenho sempre a impressão que me cortam em dois" (Goethe)
"Se a mais vil das criaturas me esbofeteasse, eu não lhe retribuiria a ofensa, mas lhe pediria perdão por havê-la provocado" (Emily Bronte)
"O autor, em sua obra, deve ser como Deus no universo: onipresente e invisível" (Gustave Flaubert)
"Posso testemunhar que, no ambiente mais ignorante e mesquinho, encontrei sinais incontestáveis de uma espiritualidade extremamente viva" (Fiódor Dostoievski)
"São muitas vezes coisas bem insignificantes que causam a nossa perda definitiva e irremediável" ( Ivan Turguêniev)
"Tudo acaba, leitor; é um velho truísmo, a que se pode acrescentar que nem tudo o que dura dura muito tempo" (Machado de Assis)
"Nada mais horrível do que ver um homem convicto, não de um crime, mas de uma fraqueza mais que criminosa" (Joseph Conrad)
"O artista, como o Deus da criação, permanece dentro, junto, atrás ou acima de sua obra, invisível, clarificado, fora da existência" (James Joyce)
"A emoção trágica é uma face olhando para dois lados, para o terror e para a piedade, pois que ambos são faces dela" (James Joyce)
"Não chore, não junte os dedos em súplica, não se revolte: é preciso envelhecer" (Gabrielle S. Collette)
"A natureza estremece de prazer quando o espírito se curva em adoração perante a beleza" (Thomas Mann)
"Não me perguntes por quem os sinos dobram: eles dobram por ti" (Ernest Hemingway)
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