sábado, 27 de julho de 2013

Até onde posso ser útil....e até onde sou impotente

Não sei o seu real problema. Imagino que tenha um, ou muitos, não sei. Na verdade, eu não sei de nada. Eu só sinto, não sei. Inclusive não sei por que eu sinto, nem sei descrever esse sentimento. Mas sei que dói, que tira algo (ou muito) de mim. Não sei se muitas vezes a minha preocupação com você (que muitas vezes não sei quem é, mas às vezes eu sei, mas muda) é reflexo daquilo que você faz e eu gostaria de fazer, mas não posso...não sei também se faz parte da minha sensibilidade (que, para falar a verdade, também não sei se deve ser controlada)...  Não sei se há mensagens para serem lidas nos sorrisos que vejo nas fotos (que não são para mim, mas que podem também não ser para ninguém em particular, talvez só para você mesmo ou talvez sejam apenas sorrisos, desculpe, mas eu não sei...) 
Não sei se as suas fotos tristes ou seus momentos de silêncio querem manifestar dores supremas, perdas momentâneas, se são pedidos de socorro ou apenas uma forma de dizer...estou aqui, não sei...
O que eu posso fazer por você? Ir ao seu encontro?   Não...nem adiantaria, pois você nem sabe que eu existo...
Tentar deixar uma mensagem ou tentar falar com você de alguma forma?  Não, meras palavras não têm força para representar o que eu teria a dizer (ou o que você precisaria ouvir).
Posso sim...
acompanhar sua vida, longe de você mas ao mesmo tempo carregando você em meu coração...
manter o meu silêncio interior, para poder preservar a minha paz e desta forma transmiti-la a você...
e, sobretudo, pedir que as forças maiores sempre protejam você, desde essa sua aflição de agora ( que eu não sei qual é), às cotidianas (que eu também tenho), até às mais profundas e dolorosas.
Só desta forma é que posso sentir em meu coração a certeza de que fiz algo por você e também posso seguir o meu caminho em paz.
        

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